O que a regulação do Banco Central pode mudar para o setor.
Em 2025, o mercado de criptoativos movimentou R$ 505,5 bilhões, e as stablecoins responderam por mais de R$ 360 bilhões desse total.
A ausência de IOF ajuda em partes a impulsionar esse crescimento.
Desde fevereiro de 2026, o Banco Central supervisiona as prestadoras de serviços de ativos virtuais, com exigências de capital mínimo e segregação patrimonial.
Novembro de 2026 é a data-limite a partir da qual o Banco Central passa a fiscalizar o setor de forma mais ativa.
Empresas do segmento precisam ficar atentas.
O enquadramento cambial das stablecoins alimentou uma proposta de IOF de 3,5% sobre essas operações. A cobrança não está em vigor hoje, mas segue no radar do debate regulatório.
Mesmo sem esse imposto, os cartões cripto têm taxas de conversão que variam entre 0,9% e 2,9%, além de spread cambial.
A comparação de custo real exige olhar além da isenção tributária.
O DGN acompanha a regulação de criptoativos no Brasil e está disponível para avaliar os impactos regulatórios e tributários na operação da sua empresa.
*Stablecoin é uma criptomoeda que busca manter valor estável, geralmente atrelado a moedas como dólar ou real.
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