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Cartões de cripto avançam sem IOF

03/09/2026

O que a regulação do Banco Central pode mudar para o setor.

Cartões vinculados a criptoativos ganham espaço no Brasil

Em 2025, o mercado de criptoativos movimentou R$ 505,5 bilhões, e as stablecoins responderam por mais de R$ 360 bilhões desse total.

A ausência de IOF ajuda em partes a impulsionar esse crescimento.

O que já está em vigor

Desde fevereiro de 2026, o Banco Central supervisiona as prestadoras de serviços de ativos virtuais, com exigências de capital mínimo e segregação patrimonial.

O prazo que se aproxima

Novembro de 2026 é a data-limite a partir da qual o Banco Central passa a fiscalizar o setor de forma mais ativa.

Empresas do segmento precisam ficar atentas.

A discussão em aberto

O enquadramento cambial das stablecoins alimentou uma proposta de IOF de 3,5% sobre essas operações. A cobrança não está em vigor hoje, mas segue no radar do debate regulatório.

A ausência de IOF não significa ausência de custo

Mesmo sem esse imposto, os cartões cripto têm taxas de conversão que variam entre 0,9% e 2,9%, além de spread cambial.

A comparação de custo real exige olhar além da isenção tributária.

O DGN acompanha a regulação de criptoativos no Brasil e está disponível para avaliar os impactos regulatórios e tributários na operação da sua empresa.

 

*Stablecoin é uma criptomoeda que busca manter valor estável, geralmente atrelado a moedas como dólar ou real.

 


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